Uma operação rápida e precisa das forças de combate ao crime organizado evitou o que poderia se tornar uma tragédia na região de fronteira. Na tarde de quinta-feira (9), em Foz do Iguaçu, uma mãe e seu filho de apenas 16 dias foram resgatados após um suposto sequestro que teria começado no Paraguai e tinha como objetivo a extorsão.
A ação, batizada de Operação Resgate, foi conduzida pelo Núcleo Regional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público do Paraná. Tudo começou com uma denúncia urgente: um homem relatou que sua esposa e o bebê haviam sido sequestrados no país vizinho e estavam sendo levados para o Brasil.
Diante da gravidade da situação, as equipes iniciaram buscas imediatas e conseguiram localizar, no centro de Foz do Iguaçu, o veículo onde as vítimas estavam sendo mantidas. A abordagem foi decisiva: mãe e filho foram libertados sem ferimentos, e dois suspeitos acabaram presos em flagrante.
Segundo as autoridades, os detidos um deles de nacionalidade paraguaia são investigados por extorsão mediante restrição de liberdade, crime considerado grave. Com eles, foram apreendidos celulares e o automóvel utilizado na ação criminosa, itens que agora devem ajudar no avanço das investigações.
A polícia acredita que o plano envolvia exigir dinheiro em troca da liberação das vítimas, mas a intervenção rápida frustrou completamente a tentativa.
O caso chama atenção não apenas pela violência, mas pela vulnerabilidade das vítimas — especialmente o recém-nascido e reforça o alerta sobre crimes transfronteiriços na região.
As investigações continuam para identificar possíveis outros envolvidos e esclarecer todos os detalhes da ação criminosa.
refaça o titulo

