Foz do Iguaçu já registrou 22 morcegos diagnosticados com raiva em 2026, segundo informações do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). O número acende um alerta para os cuidados que devem ser adotados pela população ao encontrar esses animais.
De acordo com o CCZ, a presença de morcegos na cidade não significa necessariamente que o animal esteja doente. O sinal de atenção ocorre principalmente quando o morcego aparece caído no chão, exposto ao sol durante o dia ou apresentando comportamento fora do habitual.
A orientação é não tocar no animal e impedir que crianças, cães e gatos se aproximem. Se for possível sem contato direto, o morador pode colocar um recipiente sobre o morcego para isolá-lo e acionar o Centro de Controle de Zoonoses.
O cuidado é necessário porque a raiva é uma doença grave. Segundo o CCZ, uma pessoa que tenha contato direto com um morcego, especialmente em casos de mordida ou arranhão, deve procurar atendimento médico imediatamente para avaliação e orientação sobre a prevenção.
Apesar dos casos encontrados em morcegos, Foz do Iguaçu não registra circulação de raiva em cães e gatos há mais de duas décadas, conforme o CCZ. A vacinação dos animais domésticos continua sendo uma das principais medidas de prevenção.
Atenção: morcego voando durante a noite ou abrigado em locais escuros está dentro do comportamento esperado. O problema é quando o animal aparece no chão, durante o dia ou demonstra dificuldade para voar.
Fonte: Centro de Controle de Zoonoses de Foz do Iguaçu.
