Possível circulação da doença em Minga Guazú chama atenção das autoridades sanitárias no Alto Paraná e reforça a necessidade de vigilância na Tríplice Fronteira
Um caso de chikungunya em Minga Guazú, no Alto Paraná, Paraguai, colocou as autoridades sanitárias da região em estado de atenção. O paciente apresentou resultado positivo para a doença e permanece sob acompanhamento médico.
A confirmação ocorre em um período considerado de maior preocupação para a circulação de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, responsável também pela transmissão da dengue e do zika vírus.
A situação preocupa especialmente por causa da intensa movimentação de pessoas entre Ciudad del Este, Foz do Iguaçu e demais municípios da Tríplice Fronteira. A circulação diária de moradores, trabalhadores, turistas e comerciantes entre os três países aumenta a importância da vigilância epidemiológica na região.
Entidades e autoridades de saúde da fronteira acompanham com atenção a situação das arboviroses. Brasil e Paraguai também mantêm ações de vigilância sanitária e cooperação para identificar rapidamente possíveis casos e evitar a disseminação das doenças.
Cuidados continuam sendo fundamentais
A principal recomendação das autoridades sanitárias é eliminar possíveis criadouros do mosquito, principalmente locais onde possa haver água parada.
Entre as medidas estão manter caixas-d’água fechadas, limpar calhas, eliminar recipientes que acumulem água e verificar regularmente quintais, terrenos e áreas externas.
A chikungunya pode provocar febre, dores intensas nas articulações, dor de cabeça, dores musculares e manchas na pele. Em caso de sintomas, a orientação é procurar atendimento médico.
O caso registrado no Paraguai reforça a necessidade de atenção não apenas no país vizinho, mas em toda a região da fronteira.
O Vlog do Jaime acompanha a situação e continuará informando qualquer nova atualização das autoridades de saúde.
Fonte: autoridades sanitárias do Alto Paraná / imprensa paraguaia.
