Turista recupera R$ 5,8 mil após denunciar suposta fraude em Ciudad del Este

Fronteira

Um turista brasileiro conseguiu recuperar R$ 5,8 mil depois de denunciar uma suposta irregularidade durante uma compra em uma loja de eletrônicos no centro comercial de Ciudad del Este, no Paraguai.

O caso aconteceu no sábado (23), em um estabelecimento localizado no Shopping Center Alfonso, na região central da cidade. Após a denúncia, autoridades paraguaias foram acionadas para verificar a situação.

Segundo o relato apresentado pelo turista, ele havia pago R$ 5.800 em dinheiro por produtos eletrônicos. No entanto, de acordo com sua versão, as mercadorias entregues seriam diferentes daquelas escolhidas durante a negociação.

Autoridades intervieram

A denúncia chegou ao conhecimento do Ministério Público paraguaio, que acionou agentes do Departamento de Segurança Turística (Desetur).

Representantes da área de Defesa do Consumidor também acompanharam a ocorrência e participaram da tentativa de solucionar o impasse entre o comprador e o estabelecimento.

Após a intervenção, houve uma negociação entre as partes. O comerciante concordou em cancelar a operação e devolver integralmente o dinheiro pago pelo turista.

O brasileiro entregou de volta os produtos recebidos e deixou o estabelecimento após a restituição do valor.

Caso será encaminhado ao Ministério Público

Apesar da devolução do dinheiro, a ocorrência foi registrada e as informações deverão ser encaminhadas às autoridades paraguaias para análise.

A situação chama atenção para os cuidados que turistas brasileiros precisam ter durante compras em Ciudad del Este, especialmente diante de denúncias envolvendo divergências entre produtos negociados e mercadorias efetivamente entregues.

A recomendação é guardar comprovantes, registrar os produtos escolhidos e procurar imediatamente as autoridades caso surja algum problema durante a negociação.

O Vlog do Jaime reforça: em caso de problema durante uma compra no Paraguai, o consumidor deve buscar ajuda das autoridades e dos órgãos de defesa do consumidor antes de deixar a cidade.

Fonte: informações de autoridades paraguaias