Brasília amanheceu em clima de “isso não pode ser sério” após lideranças do PSDB, Cidadania e Solidariedade começarem a cogitar, nos bastidores, o nome de Aécio Neves para disputar novamente a Presidência da República em 2026. Sim, ele mesmo. O político mais rodado que bola de Copa do Mundo em final de campeonato.
A movimentação ganhou força após o desgaste envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, abrindo espaço para partidos tradicionais tentarem ressuscitar velhos nomes da política brasileira. E foi aí que surgiu o roteiro que ninguém esperava: “Operação De Volta Para o Futuro”.
Nos corredores de Brasília, a possível candidatura virou motivo de piada até entre aliados. Parlamentares ironizam que Aécio já participou de tantas articulações políticas que “deveria ganhar milhas aéreas do Congresso”. Outros dizem que o tucano é tipo personagem de série antiga: sempre anunciam o fim, mas ele reaparece na temporada seguinte.
Nas redes sociais, a repercussão foi imediata. Memes compararam Aécio a disco riscado, DVD que volta sozinho ao menu principal e até candidato “edição retrô”. Um internauta escreveu:
“O Brasil piscou e voltou pra 2014.”
Outro ironizou:
“Daqui a pouco anunciam a volta da internet discada e do horário eleitoral em tubo de TV.”
Mesmo sem confirmação oficial, o simples rumor da candidatura já transformou Brasília em um grande stand-up político. Entre piadas e ironias, muita gente questiona se o eleitor brasileiro estaria disposto a assistir ao retorno de figuras tão conhecidas do velho jogo político.
Enquanto isso, nos bastidores tucanos, há quem diga que Aécio ainda acredita ter capital político para uma nova disputa nacional. Já os críticos afirmam que lançar sua candidatura seria como tentar vender fita VHS em plena era do streaming.

